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Biografias
James Levine
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James Levine
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James Levine
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James Levine
Maestro

Conhecido, antes de mais, como Director Artístico da Metropolitan Opera, desde a sua estreia há 31 anos, James Levine desenvolveu um relacionamento com esta instituição que não encontra paralelo na sua história, sendo única no mundo musical dos nossos dias. Ao todo, dirigiu mais de 2000 récitas de 75 óperas diferentes, contando-se as estreias, na Metropolitan Opera, de obras de Mozart, Verdi, Schönberg, Gershwin, Weill, Rossini, Berg e Stravinsky, assim como as estreias mundiais de obras de John Corigliano e John Harbison.

Por iniciativa de James Levine, surgiram as séries televisivas ''Live from the Met'' e ''The Metropolitan Opera Presents'', com emissões em directo desde a Metropolitan Opera. Fundou o Met's Young Artits Developmen Program e reintroduziu, após 50 anos, o ciclo completo de O Anel do Nibelungo. A partir de 1991, realizou concertos e digressões internacionais com a Orquestra do Metropolitan, apresentando-se no Japão, no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa. Durante a temporada de ópera, a orquestra oferece, no Carnegie Hall de Nova Iorque, seis concertos sob a direcção de James Levine e, desde a temporada 1998-99, também um ciclo de música de câmara.

Para além das suas responsabilidades no Metropolitan, James Levine é um distinto pianista e um activo colaborador em recitais, especialmente de Lieder. Há mais de quarenta anos, começou a acompanhar artistas como Jennie Tourel, Hans Hotter e Eleanor Steber e, desde essa altura, apresentou-se em recital como muitos dos grandes cantores da actualidade, como Jan Peerce, Adele Addison, Régine Crespin., Nicolai Gedda, Leontyne Price, Christa Ludwig, Vladimir Chernov, Plácido Domingo, Birgit Nilsson, Cornell MacNeil, Kathlenn Battle, Kiri te Kanawa, Olga Borodina, Cecilia Bartoli, Hermann Prey, Jessye Norman, Bryn Terfel, Luciano Pavarotti, Elisabeth Söderström, Paul Groves, Renata Scotto, Martti Talvela, Tatiana Troyanos, Marilyn Horne, Maria Ewing, , Uwe Heilmann, Margaret Price, Dawn Upshaw e Frederica von Stade.

James Levine dirigiu as orquestras de maior prestígio do mundo. Mantém uma estreita relação com as Filarmónicas de Berlim e de Viena e com a Sinfónica de Chicago e foi, durante vinte anos, Director Musical do Festival de Ravinia. É convidado habitual dos festivais de Salzburgo 81975-1993) e de Bayreuth (1982-1998); dirigiu as digressões internacionais de ''Os Três Tenores'' e gravou a banda sonora do filme Fantasia 2000 dos Estúdios Disney.

No verão de 2002, deu concertos no Festival de Verbier, na Suíça, onde é Maestro Titular da recentemente criada Orquestra Juvenil UBS do Festival de Verbier. Desde 1972, realizou mais de 200 gravações de óperas, obras sinfónicas e de câmara, com um repertório que se estende desde Bach até Babbitt.

Nascido em 1943, em Cincinnati, Ohio, estreou-se como pianista com a Orquestra Sinfónica de Cincinnati. Em 1961, reuniu as condições requeridas para ingressar na Juilliard School. Ali continuou os seus estudos de direcção com Jean Morel e de piano com Rosina Lhévinne, com quem já tinha colaborado no Festival de Aspen de 1957, depois de estudar com Rudolf Serkin em Marlboro. Em Aspen, dedicou-se também à interpretação de Lieder, com Hans Hotter, Martial Singher, Mack Harrell, Jennie Tourel e Eleanor Steber. Por iniciativa de George Szell, abandonou a Juilliard School em 1964, para incorporar o quadro de maestros da Orquestra de Cleveland, convertendo-se assim, aos 21 anos, no Maestro Adjunto mais jovem da história desta orquestra. A 5 de Junho de 1971, realizou a sua estreia como maestro na Metropolitan Opera de Nova Iorque, com a representação de Tosca; em 1973, foi nomeado Maestro Titular; em 1976, Director Musical; e em 1986, Director Artístico deste teatro.

Desde o início da temporada 1999-2000, James Levine ocupa o posto de Maestro Titular da Filarmónica de Munique. No verão de 2004 finalizará o seu contrato, passando a ocupar o posto de Maestro Titular da Orquestra Sinfónica de Boston.Conhecido, antes de mais, como Director Artístico da Metropolitan Opera, desde a sua estreia há 31 anos, James Levine desenvolveu um relacionamento com esta instituição que não encontra paralelo na sua história, sendo única no mundo musical dos nossos dias. Ao todo, dirigiu mais de 2000 récitas de 75 óperas diferentes, contando-se as estreias, na Metropolitan Opera, de obras de Mozart, Verdi, Schönberg, Gershwin, Weill, Rossini, Berg e Stravinsky, assim como as estreias mundiais de obras de John Corigliano e John Harbison.

Por iniciativa de James Levine, surgiram as séries televisivas “Live from the Met” e “The Metropolitan Opera Presents”, com emissões em directo desde a Metropolitan Opera. Fundou o Met’s Young Artits Developmen Program e reintroduziu, após 50 anos, o ciclo completo de O Anel do Nibelungo. A partir de 1991, realizou concertos e digressões internacionais com a Orquestra do Metropolitan, apresentando-se no Japão, no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa. Durante a temporada de ópera, a orquestra oferece, no Carnegie Hall de Nova Iorque, seis concertos sob a direcção de James Levine e, desde a temporada 1998-99, também um ciclo de música de câmara.

Para além das suas responsabilidades no Metropolitan, James Levine é um distinto pianista e um activo colaborador em recitais, especialmente de Lieder. Há mais de quarenta anos, começou a acompanhar artistas como Jennie Tourel, Hans Hotter e Eleanor Steber e, desde essa altura, apresentou-se em recital como muitos dos grandes cantores da actualidade, como Jan Peerce, Adele Addison, Régine Crespin., Nicolai Gedda, Leontyne Price, Christa Ludwig, Vladimir Chernov, Plácido Domingo, Birgit Nilsson, Cornell MacNeil, Kathlenn Battle, Kiri te Kanawa, Olga Borodina, Cecilia Bartoli, Hermann Prey, Jessye Norman, Bryn Terfel, Luciano Pavarotti, Elisabeth Söderström, Paul Groves, Renata Scotto, Martti Talvela, Tatiana Troyanos, Marilyn Horne, Maria Ewing, , Uwe Heilmann, Margaret Price, Dawn Upshaw e Frederica von Stade.

James Levine dirigiu as orquestras de maior prestígio do mundo. Mantém uma estreita relação com as Filarmónicas de Berlim e de Viena e com a Sinfónica de Chicago e foi, durante vinte anos, Director Musical do Festival de Ravinia. É convidado habitual dos festivais de Salzburgo 81975-1993) e de Bayreuth (1982-1998); dirigiu as digressões internacionais de “Os Três Tenores” e gravou a banda sonora do filme Fantasia 2000 dos Estúdios Disney.

No verão de 2002, deu concertos no Festival de Verbier, na Suíça, onde é Maestro Titular da recentemente criada Orquestra Juvenil UBS do Festival de Verbier. Desde 1972, realizou mais de 200 gravações de óperas, obras sinfónicas e de câmara, com um repertório que se estende desde Bach até Babbitt.

Nascido em 1943, em Cincinnati, Ohio, estreou-se como pianista com a Orquestra Sinfónica de Cincinnati. Em 1961, reuniu as condições requeridas para ingressar na Juilliard School. Ali continuou os seus estudos de direcção com Jean Morel e de piano com Rosina Lhévinne, com quem já tinha colaborado no Festival de Aspen de 1957, depois de estudar com Rudolf Serkin em Marlboro. Em Aspen, dedicou-se também à interpretação de Lieder, com Hans Hotter, Martial Singher, Mack Harrell, Jennie Tourel e Eleanor Steber. Por iniciativa de George Szell, abandonou a Juilliard School em 1964, para incorporar o quadro de maestros da Orquestra de Cleveland, convertendo-se assim, aos 21 anos, no Maestro Adjunto mais jovem da história desta orquestra. A 5 de Junho de 1971, realizou a sua estreia como maestro na Metropolitan Opera de Nova Iorque, com a representação de Tosca; em 1973, foi nomeado Maestro Titular; em 1976, Director Musical; e em 1986, Director Artístico deste teatro.

Desde o início da temporada 1999-2000, James Levine ocupa o posto de Maestro Titular da Filarmónica de Munique. No verão de 2004 finalizará o seu contrato, passando a ocupar o posto de Maestro Titular da Orquestra Sinfónica de Boston.


10 Novembro 2003


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