Este ano o mês de Setembro é dedicado ao génio de Mozart. Uma fonte de música tão natural e óbvia que por vezes nos esquecemos de a ouvir com maior proximidade, reparando como cada frase conta uma história, como cada andamento é um drama aberto a múltiplas interpretações.
O Festival Mozart oferece uma série de concertos com os músicos da Orquestra Gulbenkian: um concerto inaugural com o violinista alemão Christian Tetzlaff, uma apresentação em concerto da ópera de John Adams, A Flowering Tree (inspirada na Flauta Mágica de Mozart), e um ciclo único de três espectáculos de música de câmara e orquestral, concebido e liderado pelo concertino da Orquestra Gulbenkian, Florian Zwiauer.
Dois grandes mestres da interpretação de música clássica completam o festival: René Jacobs apresenta uma nova produção de Così fan tutte, com a Freiburger Barockorchestra e o Coro Gulbenkian; Philippe Herreweghe dirige dois concertos com a Orchestre des Champs-Elysées.
No final de cada semana, Mozart estará no ecrã em oito sessões de filmes reunidos por Christian Labrande, director da Musique en images do Louvre, Paris.